Vamos lá, então, inverter isto
Ora bem, no Euro-2004, aviámos Espanha, Inglaterra e Holanda, por esta ordem, certo? No Mundial, a coisa inverteu-se e, agora, depois de despachada a laranjinha, seguem-se os bifes e (escrevo isto antes do França-Espanha desta noite...), se tudo correr bem, nas meias-finais lá estarão os espanholitos, pouco depois de eles próprios tratarem de mandar os brasileiros para o Atlântico.
Melhor: a fechar esta contagem invertida, na final lá teremos de encontrar-nos com o organizador, a Alemanha, e ganhar por 1-0, golo de um Pauleta qualquer, de cabeça, na sequência do único canto a nosso favor. Tá?
Melhor: a fechar esta contagem invertida, na final lá teremos de encontrar-nos com o organizador, a Alemanha, e ganhar por 1-0, golo de um Pauleta qualquer, de cabeça, na sequência do único canto a nosso favor. Tá?
7 Comments:
Isso era uma marcha a ré. Mas se for o Pauleta a marcar na final, não vou comemorar muito. Se calhar em vez de beber 5 litros de cerveja, só bebo 4 litros e 77 decilitros.
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Bruno Martins, at 7:39 da tarde
Vá, 78 decilitros...
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Pim, at 8:26 da tarde
Ui... isso já é abusar, amigo Pim.
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Bruno Martins, at 10:53 da tarde
España a casa.... Foram-se as contas...
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Rita, at 2:31 da tarde
Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
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Anónimo, at 3:47 da tarde
Lamentable, rita...
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Pim, at 4:10 da tarde
Lá vem poema da pukanita, sempre em grande.
Beijinhooooos
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Pim, at 4:11 da tarde
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